Diário de um pensamento


21/10/2007


 

2005

 

            De tempos em tempos, algumas recordações nos acordam..., pensamos muitas vezes em apagar um passado para poder começar uma nova vida, mas acabamos por esquecer o que realmente faz parte desse passado...

            Lembramos que quando não precisávamos pensar tanto, a felicidade era algo mais pratico..., fazia parte da vida e jamais conseguíamos ver isso porque nos preocupávamos demais com apegos inúteis que nunca nos fariam mais humanos do que hoje.

            Condenamos muitas vezes pensamentos inovadores, coisas que jamais imaginaríamos crer ou viver porem, as reviravoltas do destino nos tapeiam e mostram que por muitas vezes ignoramos a verdadeira razão que defendemos agora.

            Alguns sorrisos puderam nos tocar e nos fazer viver um pouco mais, e algumas historias ainda nos fazem rir ou chorar ate hoje.

            Perdemos muitas oportunidades que não se podiam deixar perder e mesmo assim optamos por continuar sendo o que achamos que éramos..., erramos muitas vezes mas o ontem não pode ser revivido, então compreender os erros já é alguma coisa.

            Um dia todos nós pudemos ver o quão difícil pode ser não tem algo para relembrar, o quão duro é poder olhar nos olhos de alguém que teve toda vida apagada da mente e a única coisa que pode-se poder foi para tentar lembrar.

            Certas sutilezas nos vêem a mente e nos respondem antigas questões obvias, coisas que não conseguíamos perceber apenas por levar em conta algumas considerações incoerentes que nos faziam ver defeitos insignificantes.

            O tempo passou...

            Sei que atuamos bem nesse filme e mesmo sabendo que os caminhos se dispersaram, a historia será repetida..., não uma ou duas vezes apenas... a vida nos fará o favor de encontrar sempre novos personagens e criar novos roteiros que nos farão sorrir e vier novamente.

            Talvez o adeus seja uma palavra forte demais para se dizer ao passado, então preferimos dizer obrigado e ate um breve futuro.

Escrito por Richard Mendes às 11h20
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29/09/2007


 

 

Pessoas e seres humanos

 

As vezes quando estamos a sós, paramos e pensamos nos possíveis motivos para tudo o que já fizemos mesmo que esse tudo já os tenha; há vezes em que paramos e pensamos em motivos para coisas que ainda iremos fazer..., coisas que sempre ficam pra depois, talvez por esquecimento..., talvez por medo.

 

Quase sempre o que fica pra depois é o que realmente importa e é isso o que realmente torna o ser humano apenas uma pessoa.

 

Os motivos que buscamos para sair dos caminhos que nos foram postos estão sempre a vista daqueles que quiserem ver, basta procurar na simplicidade a semelhança entre você e teu próximo.

 

Não há um porque lógico para se ter uma vida planejada, mesmo porque a criação deste a tira o titulo de vida.

 

Viver é ser livre para fazer suas escolhas deixando-as falar por si, estando elas certas ou erradas.

 

Nascemos todos com poucas opções, destinados a ser pessoas por força maior e colocando assim um ponto final a humanidade.

 

O mundo girou nos últimos séculos e com ele o tempo passou..., os seres humanos estão dando lugar as pessoas e a vida está tornando-se apenas rotina. A vontade já não prevalece como antes pois agora há regras que definem o certo e o errado..., não podemos mais errar.

 

Há um caminho muito rígido em nossa frente e precisamos muda-lo, há e sempre houve uma segunda opção mas ainda preferimos o que todos os outros preferem, a igualdade.

 

Entretanto, uma única coisa dentre tudo isso, por mais que o mundo pregue jamais fomos e jamais seremos iguais, somos todos nada mais que semelhantes.

 

Escrito por Richard Mendes às 15h38
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08/09/2007


 

Buscando soluções

 

 

Divididos sempre estivemos...

 

Nossa pessoa pode ser completa como for e haverá sempre partes importantes de nosso coração em todo o mundo... sempre faltará algo.

 

Foi prático entender nossos sentidos e sofrer tentando compreender... percebemos que precisamos despertar apenas algumas partes escondidas de nós mesmos para utilizarmos de base ou apego emocional, assim poderemos de fato reabastecer nossas idéias por mais algum tempo.

 

Alguns consideram partes desse dividido coração realidades distantes que mesmo sendo difíceis de se compreender ou distantes demais para se ver, muito mais que outras ilusões sem um devido fundamento, pois obviamente fazem parte da vida e não podem ser desprezadas ou consideradas menos do que são.

 

Encontrar saídas ou descobrir segredos são milagres e se conseguirmos fazer isso a sós  poderemos nos considerar verdadeiras dádivas.

 

Bem..., pode ser difícil de se ver mas é possível de que sejamos todos divinos...

 

Então se alguém puder acreditar nisso poderá entender que no fundo todas as soluções são uma só e será escolha de cada um optar ou não por arriscar tudo na resolução de um problema..., basta lembrar-se das leis básicas da vida..., elas nunca mudam entre si mas sempre irão mudar você.

Escrito por Richard Mendes às 16h20
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25/08/2007


 

Algumas vezes as coisas mudam tão depressa...

 

Pensamos em dar um tempo a nós mesmos e quando nos damos conta já estamos feridos, perdidos ou até mortos.

 

O mundo gira muito rapidamente...

 

Olhamos então ao nosso redor procurando outra opção mas não conseguimos nos dar a chance de ver, estamos cegos e não sabemos se a melhor opção é fugir ou arriscar a nos queimar para continuarmos vivos.

 

Toda simplicidade se torna confusa e quanto maior for o tempo mais densa se torna a quantidade de veneno em nosso ´´sangue`` ou mais profundas se tornam as raízes nas entranhas da carne.

 

Não sabemos então o que fazer; por mais forte que formos, seremos fracos perante certas coisas e por mais pensantes que somos... seremos idiotas.

 

Um dia tudo parecerá um inferno, ou... perfeito.

 

As coisas mudam..., as pessoas tentam mudar e realmente acham que mudaram mas na verdade, elas apenas enganam a si próprias.

 

Então algum dia acontece...

 

Finalmente podemos ver cores novamente, sim, o mundo é repleto de cores e não conseguíamos ver antes..., estávamos presos em uma escuridão profunda demais para se enxergar algo.

 

Os dias passam..., alguém se sente bem, mas os dias continuam a passar e alguém realmente se sente bem, mas os dias continuam a passar e a realidade... começa a aparecer.

 

Tudo a principio parece durar para sempre porém, esse sempre não é e jamais foi eterno, ele sempre termina antes do tempo necessário para tornar alguém feliz..., termina sempre numa triste esperança, esta que pode ainda por muito tempo depois se manter viva e ferindo alguém.

 

Um dia os desaparecidos se reencontram e tornam-se novamente a mesma pessoa. Percebemos então que ninguém jamais desaparecera, apenas permaneceu escondido atrás de uma nova face que acreditava ter.

 

O sol já não parece tão ofuscante, toda claridade antes vista parece agora tão distante..., o frio parece ser novamente nosso refúgio..., a escuridão volta a nos assombrar e as trevas tornam-se nosso único aconchego.

 

Sabemos enfim que nossa única crença jamais foi verdadeira e todos os nossos demônios eram reais..., sempre estivemos a sós e nunca vimos isso.

 

Nada mais faz sentido então...

...talvez a morte...

 

Escrito por Richard Mendes às 14h04
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17/08/2007


 

 

 

Opções

 

 

Então haverá o dia em que as coisas simples não serão mais tão simples e os nossos medos nos farão pensar muito mais antes de manter ou fazer uma escolha. Não haverão cartas escondidas ou segundos planos..., serão somente dois caminhos tão claros como o céu, tão sombrios quanto uma floresta ou talvez diversos, ou ainda tão obscuros os quais as névoas jamais revelariam seu interior.

 

Jamais adiantarão anos a espreita pois será o único dia em que não haverá espera, estaremos todos indefesos e talvez não haja muito tempo para se pensar..., talvez não haja um único segundo.

 

Devemos então apenas agir e deixar a escolha falar por si pois não estaremos certos ou errados, seremos apenas humanos imperfeitos prontos para demonstrar isso mais uma vez.

 

Nesse momento não serão aceitos arrependimentos ou cartas de desespero pois as primeiras palavras serão mantidas e uma única escolha feita..., não haverá volta.

 

Então aceitemos um desafio ou outro porque embora sendo opostas, as duas opções desencadeiam em um só destino que jamais concretizou-se..., poderemos enfim fazer com que uma verdadeira história tenha um bom final pois nenhuma última página foi criada a partir de uma única importante decisão.

 

Escrito por Richard Mendes às 19h27
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Sombras

 

 

As vezes nos encontramos tão sombrios perante tudo. Algo nos dizima tão docemente que não ousamos proclamar nossa dor. Nossa vida está sendo consumida por outro ser... tal que nem percebe.

 

As sombras tornam-se maiores ao meu redor... um momento paro.

 

Talvez não vejo eu por não tentar olhar mas uma hora, por um segundo cuja face antes sombria reflete..., olho.

 

Perante o dia as sombras rodeiam, todos os seres, seus passos... são as mais incessantes vozes, as faces..., todas ocultas, estão todos ´´mortos`` para mim... não falam, não escutam, não vêem... nenhum deles sente nada.

 

Hoje a luz apenas queima, apenas fere mais que ontem...

 

...estou eu em meu mundo, em minha própria escuridão..., tudo que digo ecoa em meu próprio eu.

 

...talvez eu também esteja morto...

 

Escrito por Richard Mendes às 17h53
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31/07/2007


 

Os Pesadelos de Um Ser da Escuridão

 

 

A severidade com que os fatos calam as palavras hoje tomou nossa alma, deixou enfim de apenas amedrontar para tornar-se algo real.

 

O oportuno tornou-se distante e a morada já não é segura, fizemos nossos pesadelos se tornarem verdades e nossos medos mortais, talvez já não haja para onde ir.

 

A escuridão( nosso único abrigo) tornara-se também abrigo de nosso pesadelo e este, finalmente vivo por nosso medo.

 

Andávamos então para crer e a luz tênue a nossa frente o revelara... congelamos.

 

O frio antes tão amado tornou-se insuportável e a correnteza sob nós ecoava como jamais antes pelas paredes de pedra... o momento que seguiu foi constituído por um longo silêncio jamais ouvido antes.

 

Tentamos ignorar a situação e acreditar que não estava acontecendo mas nada havia sido tão real em nossa jornada desde então, o dia o qual juramos não viver estava acontecendo e não sabíamos o que fazer.

 

Procuramos então um sentido para continuar ali mas só conseguíamos nos afastar sempre ignorando completamente uma linha reta.

 

O olhar antes desleixado e caçador de alguma saída mantinha-se agora preso..., ninguém jamais havia nos visto e jamais havíamos visto alguém..., não houve mais o tempo.

 

Um pensamento no profundo da mente começou a ser escutado e a nossa melhor explicação foi dada...

 

Notamos que não importa onde estivermos, o que formos ou o que mudarmos... haverá sempre coisas que por mais que queiramos jamais teremos..., não adianta buscar...

 

Então sabemos agora que talvez nosso além esteja exatamente no lugar de onde este viera.

 

Já estamos aqui a muito tempo e nos impedimos de ver algo apenas pelo medo de ser visto, tudo o que conhecemos vimos apenas daqui... jamais nos aprofundamos em saber mais..., sabemos apenas sobre nós mesmos e não fazemos idéia de como os libertar de nossas correntes pois até agora não as conhecíamos e não sabíamos se elas existiam.

 

Nosso propósito é desconhecido e nosso tempo curto, estamos sem algo a mais e não sabemos se devemos lutar por isso.

É..., então não vale mais a pena... o tempo já passou e só nos resta observar.

 

Finalmente as correntes foram quebradas e nosso passado jogado no lixo... não sabemos mais quem somos.

 

Fomos jogados no vale dos OUTROS e nos tornamos apenas mais um, agora tudo o que realmente fazia sentido tornou-se loucura e toda loucura normal. Eles não sabem o que falar, o que fazer... não sabem o porque pensar ou no que crer... eles não sabem nada.

 

Eles são humanos e nós não acreditamos neles apenas porque eles não acreditam em nós.

Escrito por Richard Mendes às 15h24
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28/07/2007


 

Eles e Nós

 

 

Sentados ficamos as vezes...

 

Olhamos então ao redor... olhamos para todos. Há um silêncio muito grande e ao mesmo tempo nossos ouvidos não sabem o que ouvir.

 

Os calados não tem o que consentir pois apenas não tem o que dizer, não lhes foram feitas perguntas alguma, estão todos sem propósito e o que eles fazem não importa.

 

Eles não ligam para os outros, não ligam para as coisas que acontecem, vêem (na realidade eles apenas olham), todos continuam a fazer o que estão fazendo mesmo que não estejam fazendo nada.

 

Percebemos então que para eles não somos ninguém ou apenas um vulto que não faz nenhum sentido pois nunca mais seremos vistos.

 

Por um momento parecem todos almas perdidas caminhando de um lado para o outro  em busca de uma resposta definitiva a qual não fazem idéia da pergunta e então notamos... talvez a diferença entre eles e nós não seja tão imensa quanto imaginávamos.

 

Estamos apenas olhando e tentando ver mas continuamos sem respostas e indagados por uma questão oculta..., realmente eles não fazem sentido.

 

Talvez levantados consigamos ver um pouco mais além ou... ficaremos iguais a eles pois a única diferença que concluímos que existe entre nós e eles é que agora estamos sentados.

Escrito por Richard Mendes às 21h06
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14/07/2007


 

 

 

Sonhos da Noite

 

Mais um dia renasce, o som da noite antes tenebroso se desfalece por um feixe de luz e agora pode-se ver o que dormia.

 

Todo antigo hoje é novo, como se tudo houvesse renascido junto à alma. Não há sombras dos pesadelos pois a mente está vazia renovada ..., não houve pesadelos.

 

A varanda é vista como que um quadro. Os raios de sol quebrados pela presença de uma mangueira formam uma paisagem antes já vista, porém esquecida.

 

Poucos sons são ouvidos, todos claros e ecoados mas todos devidamente agradáveis.

 

Alguns rostos estão sorrindo, todos presos em uma profunda felicidade tão gritante quanto silenciosa e então uma lembrança retorna... são rostos conhecidos e coincidentemente os mais desejáveis possíveis..., a mente já não prevalece vazia.

 

Involuntariamente passos são dados e o caminho pelo qual guiam levam ao único ponto escuro do cenário, levam ao único ponto do qual qualquer um fugiria.

 

Algo mais físico habita naquele interior e isso é sentido como um medo que mantém sem reação.

 

Teve-se medo sim porém, o que dormia foi levado e retornou à realidade... prevaleceu por um tempo deitado, pensou, e a lembrança se foi para sempre de sua mente junto ao sorriso que voltava noite após noite quando realmente acordava em seus sonhos.

Escrito por Richard Mendes às 21h55
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Lembranças do agora

 

 

Hoje podemos relembrar...

 

É realmente bom viver, fazer com que cada dia seja único sempre por nós mesmos e não levar em conta as quedas ou decepções e vê-las apenas como o  tempo que passou e talvez não volte mais.

 

Talvez possamos fazer com que um sonho torne-se real hoje porque houve outros que já foram esquecidos;

 

Talvez possamos viver hoje nossa história de amor pois outras ficaram apenas na memória e o que importa é o agora;

 

Podemos também hoje reconhecer os verdadeiros amigos porque os antigos ficaram presos no tempo ou em algum lugar no qual nunca mais fomos;

 

Talvez seja hoje o dia no qual as coisas aconteçam, marquem mais uma vez a nossa história e mostrem que as possibilidades podem não ser infinitas mas serão sempre quão grandiosas quisermos ou lutarmos para que elas sejam.

 

...e talvez seja hoje também o dia em que finalmente iremos entender para um dia quem sabe compreender:

     sonhar também decepciona;

     amar também fere;

     amigos também enganam;

     ... as coisas boas também acabam.

 

Mas elas não acabam apenas porque não fomos capazes de mantê-las como são, cada algo possui seu tempo e o tempo sempre acaba como a morte após um renascer.

 

Então um dia poderemos relembrar o hoje e talvez neste tenhamos compreendido o que talvez entendamos pois as feridas já terão sangrado até compreendermos o sentido de cada uma delas.

Escrito por Richard Mendes às 20h52
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12/07/2007


 

Pensamento Nulo

 

 

As vezes pensamos tanto para descobrirmos o nada...; não que isso não tenha sido bom ou significativamente produtivo porém jamais erraremos novamente, jamais buscaremos o que talvez jamais tenha sido feito para buscar-se.

 

Paramos então e deixamos falar a brisa por si..., estamos bem assim, estamos parando de sonhar, estamos buscando apenas aquilo que nos é cabível, aquilo que sempre acreditamos que existisse..., o máximo do possível.

 

Podemos então deixar algumas histórias inacabadas, mesmo estas jamais começaram e procurar caminhos para realizações pessoais, realizações que nos tornem mais dignos da vida uma vez que isso não seja certo.

 

Buscamos por muito tempo ilusões que nos assombravam apenas para constar sua existência e descobrir que jamais foram reais.

 

Pensamos muitas vezes para respostas sem sentido até então, uma pergunta, e até hoje questionamos nossas possibilidades máximas mesmo não as conhecendo e não sabendo se estas existem.

 

 

Escrito por jamaissempre às 15h17
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10/07/2007


 

Sempre agora e jamais sempre

 

Reflete a mente, talvez aquele que jamais realmente pensou; sonha por mitos e os mantem tão profundos quanto as entranhas da Terra ,e estes jamais tornem-se reais; talvez vive e não nota que o tempo excede os limites do relógio...

 

Um dia nos relembraremos dos feitos dos feitos interminados, das jornadas inacabadas..., das palavras que engolimos por nós mesmos.

 

O primórdio jamais deixou de ser agora e assim será até que o ciclo se feche pois o ´´futuro nunca chegara´´.

 

Estamos todos esperando o final mesmo que este não seja apenas.

 

Desde o primeiro aguardamos o último e por muitas vezes apenas nos relembramos de lembrar algo... e novamente esquecemos.

 

Talvez não seja correta a realidade que buscamos, talvez a plenitude cuja realidade provém esteja diante daqueles que vêem além da face mesmo que raramente esta torne-se o que obscurece.

 

Deve-se fazer o agora acontecer para não nos lembrarmos dos esquecidos pois para alguns o amanhã não chegará, para todos o futuro jamais.

 

 

Escrito por jamaissempre às 20h00
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